segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Renato Conde Garcia



Renato Conde Garcia é graduado pela Escola Politécnica da Bahia, especialista em Estrutura de Concreto Armado, com Suficiência Investigativa em Administração pela Universidade de Valladolid/Espanha. Ele é de Aracaju e já exerceu a condução de grandes projetos do Estado, a exemplo das Adutoras do São Francisco, do Porto de Sergipe e do Polo Cloroquímico. Casado com a professora da UFS Ana Rosimere, tem dois filhos e morre de amores pelo Centro Hípico Atlântico, um espaço de 25 mil metros quadrados na Rodovia dos Náufragos, na Aruana, onde guarda cavalos raros e recebe quase 100 alunos que variam de dois a 72 anos...

Texto e imagens reproduzidos do site: jlpolitica.com.br
De: Jozailto Lima.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Severo D'Acelino

Severo D'Acelino, militante do Movimento Negro e 
Coordenador Geral da Casa de Cultura Afro Sergipana.
Foto reproduzida da Fan Page/Facebook/Assembleia Legislativa de Sergipe.

sábado, 22 de julho de 2017

Adailton Andrade

Historiador, Pós Graduado em História, Pesquisador, 
Professor, Músico Flautista, Membro do IHGSE.
Foto e informação de legenda, reproduzidas do Facebook/Adailton Andrade.

Professor Vilder Santos, ao lado da réplica do Carrossel

Professor Vilder Santos, ao lado da réplica do Carrossel de Tobias, no Centro Cultural de Aracaju.
Foto: Reprodução site PMA.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Edmilson e Eurico Luiz

Edmilson e Eurico Luiz.
Imagem de arquivo: Jornal de Sergipe/Prefeitura Municipal de Aracaju/Revista Aracaju.
Reproduzida do blog: aracajusaudade.blogspot.com.br
Do Professor: Eudo Robson.

domingo, 2 de abril de 2017

Luciano Correia e Amaral Cavalcante


Ninguém pode contar a história da luta contra o preconceito, a tirania e a discriminação em Sergipe sem acompanhar a trajetória de Amaral Cavalcante, um militante da cultura, poeta, desbravador de uma imprensa livre, com a lendária "Folha da Praia", sempre a frente, juntado o popular com o erudito, hoje um Imortal da Academia Sergipana de Letras. Minhas homenagens e meu respeito. Luciano Correia, é meu irmão, falar bem dele pode parecer nepotismo... (Antônio Samarone).

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Antonio Samarone.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Escritora Lilian Rocha

Foto reproduzida do site: infonet.com.br

Reprodução de trecho de reportagem, publicada no site do Portal Infonet, em 06/08/2009.

Escritora Lilian Rocha.

(...) “Escrever sempre foi uma grande terapia e a maneira mais sensível que encontrei para ultrapassar barreiras foi compartilhar os problemas e fazê-los entendido por outras pessoas que, porventura, estejam passando por situações semelhantes. Ações como essa não causam dores nem cansam as vistas”, declarou com humor a pedagoga.

Satisfeita com a produção, talvez a mais importante delas, Lilian Rocha anseia por ainda escrever muitos livros, capazes de refazer outras belas histórias e de proporcionar vida. É com alegria que, em poucas palavras, dá honras ao seu principal homenageado: “Dedico este livro ao meu olho esquerdo que me inspirou a escrever a história, e ao direito que a ajudou a escrever”, emociona-se.

Biografia

Nascida em Aracaju, Lilian Rocha é a quarta dos seis filhos de Maria Noemi Gomes e do escritor Petrônio Gomes, de quem herdou a paixão por escrever. Estreou na literatura em 2004, com a obra infanto-juvenil “Deu a louca no meu guarda-roupa”, que lhe rendeu o primeiro prêmio num concurso de Literatura, promovido pelo Banco do Estado de Sergipe, e que em 2007, ganhou uma versão para o teatro.

Isso lhe incentivou a continuar escrevendo, resultando em mais dois livros: “O Bilhete”, em 2006, um emocionante relato de suas experiências em sala de aula, e “O Chá das Oito”, em 2007, seu segundo livro infanto-juvenil.

Em 2007, teve dois projetos contemplados: o primeiro, pela Fundação de Cultura de Aracaju (Funcaju), que transformou em peça teatral seu segundo livro infantil, “O Chá das Oito”; e o segundo, pelo Banco do Nordeste, que transformou em livro uma de suas sete peças teatrais.

“Rasgando o Verbo”, o primeiro dos cinco livros paradidáticos de sua coleção “Língua Solta”, tem como objetivo tornar o ensino da língua portuguesa muito mais concreto e divertido. As obras de Lilian Rocha foram adotadas em 20 escolas sergipanas e serve de suporte para centenas de estudantes na aprendizagem da Língua Portuguesa.

Trecho de reportagem reproduzida do site: infonet.com.br
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Facebook/GrupoMTéSERGIPE.